
Suspensão de Waack foi manobra torpe de superiores hierárquicos (veja o vídeo)
22/12/2017 às 05:13 Ler na área do assinante
Até hoje a Globo não voltou a se manifestar sobre o caso envolvendo o jornalista William Waack. Tudo indica que a tal ‘suspensão’ não terá volta, será ad eternum.
Na realidade fica claro que a Globo não suportava mais o jornalismo independente desenvolvido por Waack.
O caso qualificado como ‘racismo’ foi uma manobra torpe para tirá-lo do ar.
A conclusão é do jornalista Augusto Nunes, em recente comentário divulgado na Rádio Jovem Pan.
O episódio em que o ‘dedo duro’ Diego Rocha Pereira entra na emissora e posa na cadeira que era ocupada por Waack na bancada do Jornal da Globo, é demonstração inequívoca de que houve uma premeditada armação para afastar do Jornal da Globo, o melhor jornalista da televisão brasileira.
O cinegrafista que vazou o episódio, em sua nova aparição, não demonstra nenhuma indignação com o suposto ‘racismo’ atribuído ao jornalista. Pelo contrário, deixa transparecer a postura de um debochado.
Abaixo, veja o vídeo:
da Redação Ler comentários e comentar