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PF decifra: Instituto Lula era "lavanderia" de propina
27/09/2017 às 08:52 Ler na área do assinante
Pelo menos uma parte da propina recebida pelo ex-presidente Lula já teve detectado qual o caminho percorrido.
As investigações estão se aprofundando, esmiuçando os detalhes, e fatalmente tudo ficará devidamente comprovado e demonstrado.
O Instituto Lula foi criado com este objetivo, o de receber doações ‘legais’, provenientes de acertos espúrios. Uma frondosa ‘lavanderia’.
As tais ‘doações’ eram na realidade pagamento de propina.
Na sequência, com o dinheiro na conta da ‘arapuca’ montada por Lula, empresas de ‘laranjas’ recebiam o repasse da ‘propina’ em troca de ‘serviços’ que nunca foram realizados.
Essas empresas pertenciam aos filhos de Lula, Fábio Luis e Luís Claudio, e a outros ‘laranjas’ do ex-presidente.
A Coskin, empresa pertencente a Fernando Bittar, o ‘laranja’ do sítio em Atibaia, recebeu inúmeros depósitos do Instituto Lula. Outro que também foi aquinhoado, Jonas Suassuna, o outro ‘laranja’ do sítio.
Assim, praticamente toda a verba ‘doada’ ao instituto teve destino final na conta desses ‘laranjas’.
O instituto era uma pujante ‘lavanderia’.