A revolta justa dos motoboys

02/04/2025 às 08:03 Ler na área do assinante

Eu, que desde que me conheço por gente sou um playboy de moto -o chamado motociclista- agradeço trezentas vezes ao cara que vem me entregar comida, ensopado, em madrugadas frias e chuvosas.

Porque sei como é exaustivo ficar o dia inteiro correndo de lá pra cá pra vencer o tempo -coisa impossível- com a bunda numa moto, sujeito ao trânsito louco de São Paulo.

Que mata.

Claro que quando estou de carro fico puto com o maluco que quase arranca meu retrovisor ou, de moto, quando o apressadinho faz malabarismos na minha frente, se enfiando em corredores impossíveis.

Mas passa.

Porque lembro das vezes -e não foram poucas- em que esses mesmos malucos me ajudaram, quando precisei -até em acidentes que sofri de moto.

Portanto, tem meu apoio e acredito que de todos os brothers de duas rodas.

Merecem ganhar mais, ser valorizados, são parte importante e necessária da logística de toda grande cidade.

Tem zé nas redes comparando motoboys com engenheiros, etc, em questão de grana.

Pois é.

Coloquem um engenheiro em cima de uma moto de manhã pra fazer esse trabalho.

Se não morrer, desiste no primeiro dia.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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