
Para abrir a "caixa-preta" da USaid, ex-secretário de Trump deve vir ao Brasil em breve
27/03/2025 às 11:36 Ler na área do assinante
A Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (26.mar.2025) o convite ao ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Michael Benz, para participar de uma audiência pública sobre a atuação da USaid (Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos) no Brasil.
Benz integrou o governo Trump durante o primeiro mandato do republicano e atualmente faz críticas à política externa da gestão Biden. Segundo ele, a USaid teria exercido influência indevida nas eleições brasileiras de 2022, além de ter atuado de forma semelhante em outros países. No entanto, não foram apresentadas provas públicas que corroborem essas acusações.
O requerimento partiu do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara. Em sua justificativa, o parlamentar alegou que a agência americana teria como verdadeiro objetivo influenciar decisões políticas e eleitorais nos países onde mantém operações. Entre 2017 e 2020, durante o governo Trump, a USaid destinou ao Brasil um total de US$ 82,8 milhões (cerca de R$ 414 milhões).
Com histórico de atuação em mais de 100 nações, a USaid é responsável por aproximadamente 40% da ajuda humanitária global. No entanto, foi alvo de críticas diretas do ex-presidente Donald Trump, que em janeiro deste ano suspendeu os repasses externos, ordenou o fechamento dos escritórios da agência e tirou do ar seu site oficial. À época, o republicano declarou que a política de ajuda externa dos EUA estaria desalinhada com os interesses nacionais e, por vezes, em desacordo com os valores americanos, chegando a afirmar que instituições como a USaid "servem para desestabilizar a paz mundial".
A aprovação do convite a Benz ocorreu na primeira reunião da comissão sob a presidência de Filipe Barros (PL-SC), eleito para o cargo recentemente. A Comissão havia sido alvo de articulação política por Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que atualmente se encontra nos Estados Unidos.
Tudo leva a crer que Bolsonaro será absurdamente preso. Segundo próprio ex-presidente "usaram a Justiça como arma para definir o resultado das eleições antes mesmo do povo votar". De fato, 2026 vem aí e o "sistema" vai usar o mesmo método de 2022, onde absurdos aconteceram para trazer o Lula de volta ao poder. Tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime", um best seller no Brasil.
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O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
