Revelada a mensagem enviada por Bolsonaro a aliados na véspera do julgamento

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou uma mensagem por WhatsApp aos seus contatos mais próximos, negando envolvimento em qualquer tentativa de golpe de Estado. Segundo ele, estão tentando culpá-lo pelos eventos de 8 de janeiro de 2023, mesmo com sua ausência do Brasil na data. Ao final, Bolsonaro afirma confiar na Justiça.

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e outros sete denunciados. O processo pode resultar em uma condenação e na formação de réus.

Na mensagem, Bolsonaro detalha que o julgamento é parte de uma estratégia para impedir sua candidatura à presidência em 2026. Ele também reclama das investigações contra sua família, destacando que seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), teve que se exilar nos Estados Unidos devido à perseguição política.

"Me acusam de um crime que jamais cometi — uma suposta tentativa de golpe de Estado. Embora tenha discutido alternativas políticas com assessores, nunca cogitei ou sugeri a ruptura democrática", escreveu o ex-presidente.

Bolsonaro também ressaltou que as mudanças nas Forças Armadas foram feitas de acordo com a Constituição e sem qualquer problema.

Ele criticou ainda a composição da turma do STF que o julga, mencionando que dois ministros são conhecidos desafetos seus e o terceiro foi advogado de seu adversário eleitoral em 2022.

A mensagem também se defende da acusação de ter organizado os atos de 8 de janeiro, apontando que sua ausência no Brasil no momento dos ataques aos Três Poderes é prova de sua não participação. Bolsonaro lembra que, durante seu governo, houve eleições sem incidentes graves e que todos os eleitos tomaram posse.

Por fim, o ex-presidente afirmou que sua candidatura em 2026 será vitoriosa, prometendo colocar o Brasil "no rumo certo" novamente.

Tudo leva a crer que Bolsonaro será absurdamente preso. Segundo próprio ex-presidente "usaram a Justiça como arma para definir o resultado das eleições antes mesmo do povo votar". De fato, 2026 vem aí e o "sistema" vai usar o mesmo método de 2022, onde absurdos aconteceram para trazer o Lula de volta ao poder. Tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

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O próprio Bolsonaro já conhece o livro:

da Redação