Não ter conseguido impedir a volta ao poder de Donald Trump foi um erro de que a esquerda americana - e de todo o mundo - jamais se esquecerá.
Nem a tentativa de assassinar Trump, último recurso de criminosos, teve sucesso.
Trump voltou, e seu primeiro discurso na terça-feira (4), ao Congresso - o mais longo da história americana - foi demolidor.
Já não é mais o outsider, o empresário bilionário que se arrisca na política do primeiro mandato.
O Trump do discurso de terça é um estadista.
O que transcende e muito o significado óbvio da fala de Trump, que define o futuro de seu governo e do Partido Republicano, é que ela define também, diante dos americanos e do mundo, o que é realmente o Partido Democrata, de forma cruel.
Ao colocar no palco personagens como o menino de 13 anos vítima de um câncer, cujo sonho era o de pertencer ao Serviço Secreto Americano, ou a esposa de um policial covardemente assassinado; ou ainda a mãe de uma menina de 12 anos torturada e morta por imigrantes ilegais, o presidente americano colocou os Democratas diante de um dilema terrível.
Uma sinuca de bico, sem saída.
E os democratas, em seu silêncio atônito, caíram na armadilha, segurando patéticas plaquinhas de repúdio, sem dignidade para fazer outra coisa.
Trump, irônico, ainda avisou, logo no início, afirmando que mesmo se ele conseguisse a cura para uma doença devastadora, os democratas não aplaudiriam.
Ou: prestem atenção no que virá a seguir.
Sem inteligência, sensibilidade ou consciência política, os democratas se expuseram ao mundo como são: seres políticos que colocam a própria causa acima de qualquer questão humanitária.
Não houve um gesto sequer dos democratas em solidariedade às vítimas trazidas por Trump.
Vi vários posts de americanos aqui no X classificando os democratas, em razão de sua atitude, como escória.
É uma boa definição, mas a pergunta terrível que fica é: como essa escória continuaria a governar o país mais poderoso do mundo?
Alimentando por baixo dos panos por mais 3 anos, através da OTAN, ONU e USAID guerras sujas como a da Rússia/Ucrânia?
Trump levantou o pano que encobria as atividades nefastas dos democratas em todo o mundo, que despejavam grana em tiranetes e alimentavam ditaduras em todo o planeta.
Os vermes apareceram.
E deixou claro que os EUA serão, a partir de agora, não mais o coadjuvante omisso e cúmplice -por baixo do pano- de criminosos, mas o protagonista mundial na luta contra eles.
Esse posicionamento é como uma enorme rocha arremessada no oceano, cria ondas nas costas de todos os países do mundo, e causa um tsunami na esquerda mundial.
Tiranos como Maduro e outros são afetados diretamente, sem choro, como quando é decretada a prisão em território americano de qualquer indivíduo associado a sua narco ditadura, como acaba de fazer Pam Bondi, Procuradora Geral de Trump.
Ou medidas tarifárias que irão simplesmente tirar o oxigênio de ditaduras como a dele e outras, sustentadas por dinheiro americano que chegava sempre.
O significado financeiro, humanitário e político do discurso de Trump esta sendo-e será por muito tempo- discutido exaustivamente nas redes sociais.
E mostra a aprovação da maioria dos americanos, cerca de 70%.
Mostra também uma esquerda, antes poderosa e autoritária, agora muda e calada, reduzida ao que é realmente:
Representante do nada, do vazio, sem valores e princípios.
E prestes a pagar por seus crimes.
Finalmente, a interpretação de Trump para o milagre que salvou sua vida no atentado que sofreu:
'Deus salvou minha vida para cumprir essa missão.'
Que cumpra.
Marco Angeli Full
https://www.marcoangeli.com.br
Artista plástico, publicitário e diretor de criação.