
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Faltando poucos dias para o Carnaval de 2025, os casos de Covid-19 voltam a crescer rapidamente.
A positividade para o vírus SARS-CoV-2 aumentou sete pontos percentuais em apenas um mês, subindo de 17,1% para 24,1% entre 25 de janeiro e 15 de fevereiro de 2025 – o maior índice registrado no ano até agora.
Os dados são do Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e baseiam-se em exames realizados por grandes laboratórios como Dasa, Fleury, Albert Einstein e Sabin.
O estado de São Paulo já registra uma taxa de positividade de 24%, e a faixa etária mais afetada é a de 50 a 59 anos (30%).
Diante desse cenário, manter o Carnaval é como jogar álcool em uma fogueira.
O erro de 2020 não pode se repetir
Em 30 de janeiro de 2020, a OMS declarou a Covid-19 uma emergência internacional, mas o Brasil seguiu com o Carnaval.
Dia 6 de janeiro Bolsonaro liga para todos os governadores pedindo que cancelarem o Carnaval.
Os governadores preferiram manter a festa, alegando custos políticos.
A recusa em cancelar o Carnaval de 2020 antecipou em pelo menos quatro meses a chegada do vírus ao Brasil, criando um desastre sanitário sem precedentes. Enquanto outros países tiveram um “paciente zero”, o Brasil recebeu milhares de turistas infectados ao mesmo tempo, acelerando exponencialmente a disseminação da doença.
O então presidente Jair Bolsonaro tentou alertar governadores e prefeitos sobre o risco, especialmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas a responsabilidade pelo cancelamento era estadual e municipal.
Na época, governadores preferiram manter a festa, alegando custos políticos.
Bolsonaro, como militar, sabia que o primeiro passo para conter uma ameaça era “não permitir que o inimigo desembarque”.
Devido a recusa dos governadores, Bolsonaro decretou estado de emergência sanitária em 4 de fevereiro. “Agora o custo político será meu, podem cancelar.
O então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, confirmou a gravidade da situação:
“Nos preocupam os navios que chegarão ao Brasil durante o Carnaval. Teremos milhões de turistas se misturando sem distanciamento social ou máscaras.”
Se o Carnaval de 2020 tivesse sido suspenso, o Brasil teria começado a pandemia com muito menos casos, possivelmente reduzindo pela metade o número de mortos – de 700 mil para 350 mil.
Pior, alguns dos governadores que se recusaram a cancelar o Carnaval em 2020 foram os primeiros a chamar Bolsonaro de genocida.
Mas quem, de fato, acelerou a chegada do vírus ao Brasil?
Quem permitiu a aglomeração de milhões de pessoas sem qualquer controle?
Em 2025, não podemos repetir o erro de 2020.
A Covid-19 voltou a crescer, e manter o Carnaval pode significar uma nova onda de casos, pressionando hospitais e colocando milhares de vidas em risco.
Lula, Tarcísio, Eduardo Paes suspendam já o Carnaval! A história não pode se repetir.
Stephen Kanitz. Consultor de empresas e conferencista brasileiro, mestre em Administração de Empresas da Harvard Business School e bacharel em Contabilidade pela Universidade de São Paulo.
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Nas últimas semanas, o impeachment de Alexandre de Moraes ganhou força. Certamente, será o ponto de partida para colocar um fim em toda a cruel perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro, seus aliados e a mídia independente como o JCO! O "sistema" quer esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime", um best seller no Brasil. Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:
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