O Ramsés II brasileiro começa a dar sinais que sentiu!

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Quando Moisés abriu as águas do Mar Vermelho foi para que os Hebreus fugissem da perseguição que o faraó Ramsés II promovia contra esse povo. A analogia que podemos usar hoje, aludindo a esta passagem bíblica, é que ao invés de fugir da perseguição, a divisão das águas serve para o povo ir ao encontro dos perseguidores e enfrentá-los, frente a frente.

Este é o divisor de águas que está em plena atividade neste momento no mundo inteiro. A reação dos conservadores em vários países já acontece há algum tempo, e a cada dia vem tomando dimensões cada vez mais fortes, das Américas à Europa.

Essa força se tornou ainda mais sólida a partir da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, já permeia até no campo das decisões geopolíticas. A esquerda e o progressismo vêm sendo solapados, demonstrando que sentiram. Seja nas questões financeiras, seja politicamente, eles não vêm conseguindo se desvencilhar dos percalços que encontram pela frente. A maior prova é que a única possibilidade que ainda sobrevive é a tentativa de manipulação popular, porém, as ferramentas que usam já não fazem mais efeito. Não conseguem se reconstruir. O dinheiro para comprar apoio está minguando a largos passos e o uso de partidos políticos, instituições e imprensa começam a mudar de lado.  Não há nem mesmo um esboço de argumentação, e o velho e estereotipado discurso hipócrita já não faz mais efeito nenhum. 

Veja a imprensa, por exemplo; é ultradireita pra lá, é ultradireita pra cá, é defesa da democracia aqui e acolá, mas as narrativas não colam mais, e só vem se deteriorando. Seus protagonistas, os pseudojornalistas e influenciadores, começam a pular do barco como ratos. Aqueles que insistirem serão jogados para o lixo da história, como alguns que já vivem lá.   

Aqui, no âmbito doméstico brasileiro, os eventos não guardam diferença alguma. Nos três poderes da república, a olhos vistos, o executivo vem tropeçando e caindo, sem força para se levantar. O legislativo já não dá o mesmo amparo ao sistema, nem a troco de cargos e dinheiro, e os que ainda teimam em abraçar a causa, começam a ficar isolados.

Agora, o judiciário é um caso que merece destaque.  

O Ramsés II tupiniquim, o perseguidor-mor do povo brasileiro, já vem sentindo o peso do que está por vir, e por mais que tente resistir com o poder de fogo que lhe resta, e que usou e abusou nos últimos cinco ou seis anos, começa a dar sinais de desespero. Afinal, no “Mar Vermelho” aberto à sua frente, ele não vê mais gente saindo, só entrando.

Ainda que lutassem contra os opositores do atual sistema vigente no país, não encontram força suficiente para barrar a injustiça e a covardia que emana do poder judiciário. Mas, após a entrada da democracia americana no embate, aí o negócio mudou de figura. Trump, presidente da maior democracia do mundo, juntamente com seus importantes e relevantes colaboradores, pelo visto, entraram chutando a porta, quase que literalmente.

As empresas americanas Rumble, do Chris Pavlovski, e Truth Social, do próprio mandatário americano, Donald Trump, acionaram judicialmente o Xandão, por enquanto, com dois processos nas cortes dos Estados Unidos, e já apresentam alguns resultados em desfavor do ministro brasileiro. 

Nesse meio tempo, o ministro do STF já;

- Multou o X (Twitter);

- Baniu o Rumble do Brasil;

- Tirou seu dinheiro dos EUA;

- Acionou seus cumpanhêro do STF;

- Fechou sua conta no X (Twitter)

- Acionou a PGR para se defender;

- Acionou diplomatas brasileiros para contra-atacar.

Essa aparente demonstração de poderio, na verdade, pode demonstrar e esconder outra coisa…

Na sua opinião, demonstra e esconde o quê; coragem ou desespero?

Fala aí...

Foto de Alexandre Siqueira

Alexandre Siqueira

Jornalista independente - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite:
  http://livrariafactus.com.br

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