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Nova decisão de Moraes na ação que "mira" em Bolsonaro
28/02/2025 às 14:09 Ler na área do assinante
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, rejeitou, nesta quarta-feira (26), os pedidos de prorrogação de prazo apresentados pelas defesas do general Walter Braga Netto, do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques e do ex-assessor da Presidência Filipe Martins. Os três são investigados no caso que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado em 2022.
Na decisão anterior, Moraes havia determinado um prazo de 15 dias para que os denunciados apresentassem suas manifestações. No entanto, os advogados de Braga Netto alegaram que não tiveram acesso a todos os elementos da investigação e pediram para se manifestar apenas após o depoimento do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que fechou acordo de delação premiada. A defesa de Silvinei Vasques também solicitou mais tempo, argumentando que não teve acesso completo aos autos do processo. Já os representantes de Filipe Martins afirmaram que só obtiveram os documentos após a liberação por Moraes e consideraram o prazo de 15 dias insuficiente para uma resposta adequada.
Ao negar os pedidos, Moraes ressaltou que os investigados devem se defender com base nos fatos imputados pelo Ministério Público e nas provas anexadas ao processo, as quais já estão disponíveis às partes. O ministro também destacou que a legislação não exige que os denunciados tenham acesso ao acordo de delação antes do oferecimento da denúncia.
“Se não há a obrigação legal dos denunciados terem acesso ao acordo e depoimentos realizados em colaboração premiada até o recebimento da denúncia – embora tenha sido levantado o sigilo em homenagem à ampla defesa –, não há razoabilidade no requerimento de manifestação da defesa do denunciado ser posterior ao delator nessa fase procedimental”, escreveu Moraes em sua decisão.
A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, suas liberdades serão surrupiadas. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime", um best seller no Brasil.
O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:
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O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
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