
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No final de 2022, após Lula ter vencido a disputa eleitoral programada e executada pelo TSE – presidido, então, por Alexandre de Moraes (Alexandre, o Pequeno), o Torquemada da moderna Inquisição Brasileira – o presidente ‘eleito’, Lula apresentou a Jair Bolsonaro – ainda presidente da República – um requerimento solicitando a nomeação antecipada e provisória de sua equipe da área de segurança: Ministros do Exército, da Marinha, da Aeronáutica e Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro.
Bolsonaro prontamente assinou os decretos, publicados no Diário Oficial da União em 30/12/2022, empossando os ministros indicados por Lula.
Suspeito que o Procurador Geral da República (PGR, for short), Paulo Gonet, desconhece este fato, ou ele não estaria agora indiciando Bolsonaro por tentativa de Golpe de Estado. Ou talvez ele conheça o fato, mas o ignorou, no afã de prestar vassalagem a Alexandre de Moraes. (Não esquecer que vivemos no país da “Missão dada, missão cumprida”, como já confessou o Benedito). Ou trata-se apenas e tão somente de burrice mesmo, o que não é surpreendente, em se tratando de uma indicação de Lula por recomendação de Alexandre, o Pequeno.
Afirmo isso porque não escapa ao cérebro que quem tem mais de dois neurônios – petistas, em geral têm menos de dois – que não se planeja um golpe de estado nomeando previamente todo o setor de segurança de Lula, presidente mui-amado de toda a alta criminalidade nacional e do STF.
Ou Bolsonaro estava sob o efeito de fortes alucinógenos, ou de porre, ou nunca passou por sua cabeça a ideia de golpe.
Mas, enfim, estamos no Brasil, país que, segundo De Gaulle, não é sério. E pela nossa caricata Suprema Corte, dá para ver que De Gaulle tinha razão.
Para começar, Bolsonaro é, hoje, um cidadão comum, sem prerrogativa de foro. Deveria, então, ser julgado – como o fora, no passado, o grande larápio, Lula - em primeira instância, garantindo-se a Bolsonaro o duplo grau de jurisdição. Como foi feito com Lula, aliás. Mas não, Alexandre, o Pequeno, e seus cúmplices no STF, querem garantir uma condenação de Bolsonaro para que se cumpra a profecia de Luís Roberto Barroso: “Nós derrotamos o bolsonarismo!”
Em um vídeo, cujo link ofereço abaixo /1/, Caio Coppola esgarça ainda mais as irregularidades desta desgraçada pantomima a ser protagonizada pela Primeira Turma do STF. Assistam ao Coppola e voltem, depois, para este texto.
Como este é também o país da piada pronta, não duvido que este relatório de merda da PGR, elaborado por quem tem merda na cabeça e bosta no coração, já aceito por Alexandre, o Pequeno, e que será julgado “seriamente” - segundo o nada sério Luís Roberto Barroso – pela infame Primeira Turma STF. Porque infame? Basta ver os nomes que a compõem:
1.Alexandre de Moraes, que opera o prodígio de ser o investigador do caso, o acusador de fato (Gonet é apenas o cobra-mandada do processo), vítima, julgador e executor da pena;
2. Flávio Dino, ex-ministro da Justiça de Lula (a principal ‘vítima’), aliás indicado por Lula para o STF;
3. Cristiano Zanin, ex-advogado e afilhado de casamento de Lula, este a suposta ‘vítima’ do suposto ‘golpe’;
4. Cármen Lúcia, indicada por Lula (a suposta ‘vítima’) para o STF e com um histórico de votações a favor do ‘Princeps Corruptorum”;
5. Luiz Fux, um juiz (o único juiz de carreira do STF, afirme-se), mas uma espécie de Maria Vai Com as Outras, principalmente quando, entre as outras, encontra-se Gilmar Mendes, que já se posicionou sobre o caso.
Não consigo encontrar adjetivo mais ameno para qualificar esta Turma: INFAME!
O resultado desta pantomima nojenta? Por incrível que pareça, tenho um fio de esperança. Não que espere algo sério desta Primeira Turma do STF. Mas penso que esta gente deve ter um mínimo de espírito de autopreservação. É que, enquanto escrevo, recebo a notícia de que um projeto de Lei teve sua primeira aprovação no Congresso dos Estados Unidos. Este projeto visa, diretamente, pegar pelo rabo esta indecente gente do STF. Sobre isso, assistam ao segundo vídeo, cujo link forneço abaixo /2/.
Os Estados Unidos são minha esperança de que algo extremamente vil – tão vil como o caso Dreyfus ocorrido na França há cerca de 100 anos – como a condenação de Bolsonaro, por um crime que NÃO COMETEU.
REFERÊNCIAS:
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Nas últimas semanas, o impeachment de Alexandre de Moraes ganhou força. Certamente, será o ponto de partida para colocar um fim em toda a cruel perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro, seus aliados e a mídia independente como o JCO! O "sistema" quer esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime", um best seller no Brasil. Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:
https://www.conteudoconservador.com.br/products/o-fantasma-do-alvorada-a-volta-a-cena-do-crime
O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
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Contamos com você!
José J. de Espíndola
Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.