Velha mídia esconde fato crucial em caso do "homem-bomba"

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Um cara que explode o próprio carro com fogos de artifício e joga uma bomba no meio do nada, pedindo para as pessoas se afastarem, pode ser considerado sim, um doente mental.

Um cara que esfaqueia candidato, com quatro advogados, equipamentos e aluguel pago secretamente, não.

Antes que a polêmica tome contornos inimagináveis, necessário esclarecer coisas que a mídia tradicional vai fazer questão de omitir: O candidato a vereador das bombas era filiado ao PL antes da entrada de Bolsonaro no partido. E o PL de Santa Catarina estava coligado ao PDT na época.

Mais uma: Ele teria deixado um recado para Bolsonaro e Lula abandonarem a vida pública.

Ou seja, ele não gostava de ambos. As circunstâncias dessa loucura ainda geram dúvidas, mas com certeza vão usar o incidente para prolongar inquéritos eternos que nunca acabam. O alvo é a Anistia.

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