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Lula lamenta morte do “carniceiro do Irã” e revela a face oculta do lulopetismo
22/05/2024 às 07:15 Ler na área do assinante
O mais curioso no estranho afeto de Lula por Raisi, presidente do Irã morto num acidente de helicóptero domingo, é que o gajo era reconhecidamente um assassino de esquerdistas.
Fanático e apoiador de grupos terroristas como o Hamas, Raisi tinha um longo histórico de violência e preconceito.
Na década de 1980, foi um dos juízes do chamado 'Comitê da Morte', e sua assinatura matou quase 5 mil pessoas, a maioria dissidentes esquerdistas.
Antissemita ferrenho, Raisi fazia tudo o que podia para atacar violentamente Israel, como foi visto recentemente, em 14 de abril.
Em seu último discurso, o fanático afirmou seu apoio ao Hamas e seu ódio a Israel.
O sujeito tinha tantos inimigos, gerados pelo rastro de ódio e violência que deixou, que até uma teoria da conspiração de prováveis assassinos fica difícil.
Pode ter sido morto até pelo próprio líder supremo - que realmente manda no Irã - o aiatolá Ali Khamenei, pois era indicado para ser seu provável sucessor.
Seja como for, já vai muito tarde.
O mundo hoje respira um pouco melhor.
Em relação ao Brasil, fica registrado o patético oportunismo de Lula, ao lamentar a morte de um trucidador de esquerdistas.
Ou será que o lulopetismo gruda seja lá no que for, por poder?
Resposta fácil.
De qualquer forma, o mundo não perde nada com a morte de Raisi.
Pelo contrário.
Marco Angeli Full
https://www.marcoangeli.com.br
Artista plástico, publicitário e diretor de criação.