Pela primeira vez, Google se insurge contra o STF

22/02/2023 às 17:05 Ler na área do assinante

Aos poucos a esquerda-caviar vai acordando para o fato de que o Brasil não é os Estados Unidos, Bolsonaro não é Trump e, principalmente, Lula está muito longe de ser Joe Biden – e que eles cometeram um erro fatal ao apostar num presidente do PT.

O gigante da tecnologia, Google (dona do Youtube) recorreu da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para tirar do ar o canal do minúsculo PCO (Partido da Causa Operária) no Youtube.

Os advogados do Google defendem que a exclusão do canal com base em apontamentos genéricos, sem uma indicação especifica de quais seriam os conteúdos ilícitos eventualmente divulgados pelo PCO, além da proibição de publicações futuras, caracteriza “censura prévia”.

Não é a primeira vez, em junho do ano passado Alexandre Moraes já havia bloqueado as contas nas redes sociais do referido partido por supostas ofensas aos ministros do STF.

“É certo que conteúdos tidos como ilícitos podem ser individualmente identificados e removidos, bem como seus responsáveis responsabilizados; essa premissa, no entanto, não autoriza a possibilidade de bloqueio de todo o canal”, sustentou o Google. 

Ao apontar que a decisão do STF teve omissões, por não especificar o alcance da ordem de remoção, por tempo indeterminado, do canal do PCO, e não mostrou quais conteúdos especificamente eram ilegais.

 A impressão que fica é que o PCO simplesmente desagradou as Cortes Superiores e isso já seria suficiente para censurá-los.

Hoje, é louvável a altivez do Google/Youtube.

       

da Redação
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