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Procuradora da República cometeu crime (veja o vídeo com comentário de Reinaldo Azevedo)
31/08/2016 às 06:59 Ler na área do assinante
O cargo ocupado por Ela Wiecko exige constitucionalmente a isenção. Isto é ponto pacífico.
Aliás, uma Procuradora da República não pode, em hipótese alguma, participar de manifestação político partidária.
Entretanto, conforme matéria publicada pelo Jornal da Cidade (veja aqui), a vice de Janot foi flagrada em Portugal fazendo protesto contra o impeachment – que ela, como fiel militante petista, chama de ‘golpe’ - achou que lá estaria invisível.
Agiu contrariando nossas instituições e a nossa Constituição.
Diante do flagrante, resolveu pedir demissão do cargo de Procuradora-Geral adjunta.
De qualquer forma, continua Procuradora da República, cargo concursado, que obviamente, também exige isenção de seus ocupantes.

Ela, a primeira à esquerda, de óculos escuro
Não é apenas vergonhoso. É CRIME!
Vale destacar que o marido desta senhora é exatamente aquele que atuava como assessor do ministro Teori Zavascki, no Supremo Tribunal Federal, e acabou obrigado a pedir demissão após ser flagrado como signatário daquela excrescência apresentada pela turma de Luiz Inácio da Silva à Organização dos Estados Americanos (OEA).
Um verdadeiro casal de militantes do petismo, provavelmente utilizando de seus cargos para atuarem partidariamente.
Com informações de Helder Caldeira