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Dilma, uma nota insossa para uma acusação gravíssima
22/06/2016 às 06:14 Ler na área do assinante
Diante das seguidas denúncias que atingem diretamente a presidente afastada, não se concebe qualquer mínima possibilidade para um eventual retorno.
Dilma caminha celeremente para a absoluta desmoralização, o que reforça a sua total incapacidade de governar e o seu amplo ambiente de falta de governabilidade.
O próprio PT sabe disso.
Só quem quer o retorno de Dilma é a militância insana.
Diante desse quadro sombrio, acusações pesadas contra a presidente continuam a surgir cotidianamente.
Zwi Skornicki, que acaba de fazer o seu primeiro depoimento em delação premiada na Operação Lava Jato, afirma, com todas as letras, que dinheiro de caixa dois irrigou a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014.
Trata-se do ex-diretor do estaleiro Keppel Fels, um fornecedor da Petrobras. Skornicki foi preso em fevereiro pela Lava Jato.
O delator diz que, a pedido de João Vaccari Neto, depositou US$ 4,5 milhões numa conta na Suíça em favor de João Santana
A história se encaixa perfeitamente no que foi contado por Mônica Moura, mulher do marqueteiro.
Diante de mais esta acusação, a nota de Dilma Rousseff sobre o assunto, foi surpreendente.
Quando se esperava uma resposta categórica e veemente, ela disse apenas que as acusações de Zwi Skornicki são ‘mentirosas e levianas’, pois ela é uma mulher honrada.
da Redação