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Marcola lidera greve de fome na penitenciária de Brasília, acabou o “diálogo cabuloso”
13/03/2020 às 06:09 Ler na área do assinante
Fotomontagem: Sérgio Moro e Marcola
Atualização 16/03/2020, 10h: O Ministério da Justiça e Segurança Pública negou nesta segunda-feira, 16, que esteja havendo a greve de fome na penitenciária federal do Distrito Federal (DF). O assunto também foi pautado em outros veículos de imprensa, como o >programa 'Pingo nos Is', da Jovem Pan, do dia 13/03/2020.
Nesta quinta-feira, 12, circulou noticiário dando conta que líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) estão fazendo greve de fome na penitenciária federal do Distrito Federal.
Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e seu irmão Alejandro Juvenal Herbas Camacho estão na liderança da tal greve.
Segundo familiares de detentos participantes da iniciativa, a principal reivindicação do grupo de criminosos é contra os maus-tratos que estão sofrendo.
Os familiares ainda afirmaram que, os presos reclamam da má de alimentação e da falta de atendimento médico.
A greve parece estar interligada entre diversos presídios onde a facção está presente, pois ao mesmo tempo que ocorre esse movimento dos presos de Brasília, detentos de diversos presídios de São Paulo se recusaram a sair de suas celas para ir à audiências que aconteceriam na quarta-feira, 11.
O cerne da questão é muito simples e fácil de decifrar. Com a chegada do atual governo, acabou - de fato - o 'diálogo cabuloso' com os bandidos.