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Governo Federal fixa taxas mais baratas de contribuição do INSS para quem ganha menos
12/02/2020 às 09:19 Ler na área do assinante
Paulo Guedes e Jair Bolsonaro
O governo anunciou através do Diário Oficial da União (DOU) as mudanças no imposto de contribuição para o Instituto Nacional da Previdência Social (INSS). Com a reforma da previdência e o aumento do salário mínimo, os impostos também foram alterados. o governo atualizou as primeiras faixas de contribuição.
Veja como ficarão as contribuições:
- 7,5% até um salário mínimo (R$ 1.045)
- 9% para quem ganha entre R$ 1.045,01 R$ e 2.089,60
- 12% para quem ganha entre R$ 2.089,61 e R$ 3.134,40
- 14% para quem ganha entre R$ 3.134,41 e R$ 6.101,06
A mudança mostra que com o aumento do salário mínimo de R$ 1039,00 para R$1045,00, a contribuição ficará mais baixa para que recebe até um salário mínimo. Para quem recebe até R$ 2089,60 não haverá mudanças e quem recebe acima disso terá um pequeno acréscimo de 1%.
A classe mais favorecida, com salário maior que R$ 3.134,41 passará a contribuir com uma parcela de 14%.
Confira:
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Comparação da mudança na contribuição para o INSS
Vale ressaltar que todas as classes de assalariados pagarão a contribuição com 7,5% referente a R$ 1.045,00 do seu salário, só a partir do que é acrescido deste valor que será taxado segundo a tabela.
Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 pagará 7,5% sobre R$ 1.045 (R$ 78,38), mais 9% sobre os R$ 455 que excedem esse valor (R$ 40,95). Ou seja, no total, ele pagará R$ 119,33, o que corresponde a 7,96% do seu salário.
Veja a tabela de simulação de contribuição em comparação a taxa atual:
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Calculo do tesoureiro do IPDB, Emerson Lemes, de como ficará a contribuição para pessoas com diversos salários (G1)
A maioria dos assalariados contribuirão menos do que anteriormente.
A funcionalidade é muito fácil de distinguir. Quem ganha menos vai contribuir menos para o INSS, e quem ganha mais, vai contribuir mais.
A medida começa a valer a partir do dia primeiro de março.