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A "Porta dos Fundos" e o estado de cólica da esquerda e da isentosfera
09/01/2020 às 06:18 Ler na área do assinante
A esquerda e a isentosfera estão em cólicas, devido à decisão da justiça, que ordenou que a Netflix retirasse do ar o “Especial de Natal” do “Porta dos Fundos”.
O principal argumento, contra a ordem, é a “liberdade de expressão”, seguido pelos “direitos democráticos”. Afinal, a proibição da exibição é “censura”.
Sinto muito, caros canalhas, mas NÃO É!
A nossa Constituição Federal, em seu Art. 5º, inciso VI, garante a PROTEÇÃO aos locais de culto e às LITURGIAS.
O nosso Código Penal, em seu Art. 208, prevê o CRIME de VILIPENDIAR PUBLICAMENTE ATO OU OBJETO DE CULTO RELIGIOSO.
Ou seja, o que a justiça fez foi GARANTIR DIREITOS CONSTITUCIONAIS e PUNIR CRIMINOSOS. Exatamente a função que lhe cabe.
Liberdade de expressão TEM LIMITES, estabelecidos por LEI, e estes devem ser respeitados.
“A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem; se um cidadão pudesse fazer tudo o que elas proíbem, não teria mais liberdade, porque os outros também teriam tal poder.” (SECONDAT, Charles-Louis de)
Felipe Fiamenghi
O Brasil não é para amadores.